Sônia Imenes :: Objetivamente, a vida é uma dança porque tudo o que acontece na natureza é através do movimento, do ritmo, da contínua transformação num eterno fluir.
Subjetivamente, a dança é fonte de vitalidade. Vitalidade é energia, força, movimento, expressividade, capacidade criativa, consciência.
Precisamos aprender a dançar-viver em harmonia com essa vida-dança cósmica. TENHA UMA NOITE TRANQUILA DE MUITA PAZ E AMOR...
NATAL 2008 - ESPALHE ESSA IDÉIA.
Para o Natal 2008 ( espalhe essa idéia) que tal fazer algo diferente, este ano, no Natal?
Sim ... Natal ... daqui a pouco ele chega .
Que tal ir a uma agência dos Correios e pegar uma das milhares de cartas de crianças pobres e ser o Pai ou Mãe Natal delas?
Há a informação de que tem pedidos inacreditáveis.
Tem criança pedindo um bolo-rei, uma blusa de frio para a avó...
É uma idéia.
É só pegar a carta e entregar o presente numa agência do correio até dia 20 de Dezembro.
O próprio correio encarrega-se de fazer a entrega.
DIVULGUE P/ SEUS AMIGOS DA LISTA
Na vida, a gente passa por 3 fases:
- a primeira, quando acreditamos no Pai Natal;
- a segunda, quando deixamos de acreditar e
- a terceira, quando nos tornamos Pai Natal!!!
Desculpem mas este meu lado de voluntariado por vezes transcende-me, bjs e abraços.
Movimento Pijaminha
São necessários (principalmente) pijamas para as crianças que estão no Instituto Português de Oncologia a fazer tratamentos de quimioterapia. Após os tratamentos, os pijamas ficam muito sujos e gastam-se rapidamente.
Esta ideia surgiu há dois anos e hoje já é apelidada de *Movimento Pijaminha* pelo sucesso que têm tido os esforços conseguidos!
As necessidades existentes passam pela falta de pijamas, pantufas, chinelos, meias, robes e fatos de treino.
Para todos a vida não está fácil, mas dentro das possibilidades de cada um há sempre espaço para participar, comprando ou obtendo junto de amigos e familiares agasalhos que já não sirvam.
No ano passado foram entregues 76 pijamas e o IPO ficou muito satisfeito com esta dádiva.
Este ano vamos repetir a façanha, e se possível ultrapassar este número.
Acordar, Viver
Como acordar sem sofrimento?
Recomeçar sem horror?
O sono transportou-me
àquele reino onde não existe vida
e eu quedo inerte sem paixão.
Como repetir, dia seguinte após dia seguinte,
a fábula inconclusa,
suportar a semelhança das coisas ásperas
de amanhã com as coisas ásperas de hoje?
Como proteger-me das feridas
que rasga em mim o acontecimento,
qualquer acontecimento
que lembra a Terra e sua púrpura
demente?
E mais aquela ferida que me inflijo
a cada hora, algoz
do inocente que não sou?
Ninguém responde, a vida é pétrea.
Carlos Drummond de Andrade
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